CONSIDERAÇÕES SOBRE A MODERNIDADE LÍQUIDA E O FUTURO DO PLANETA

Leandro Torres Ribeiro, Evelin Cristine Malzoni Borges, Eduardo Balestieri Pretto, Tiago Anderson Brutti

Resumo


Esta revisão de literatura tem como objetivo investigar as obras “Modernidade líquida” e “Vida líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman (2001; 2007), particularmente no que diz respeito aos impactos da globalização e da revolução tecnológica sobre o cotidiano e a cultura da sociedade contemporânea; e resgatar o discurso de alerta pronunciado pelo astrônomo Carl Sagan (1980) na série “Cosmos” sobre os efeitos prejudiciais da atuação humana sobre as condições de habitabilidade do planeta Terra.

            A modernidade líquida, nas palavras de Bauman (2001), representa a insegurança, a sensação constante de transformação e o individualismo intenso, condições que promovem novas formas de relação social. O conceito de modernidade líquida nasce de um diagnóstico de época, em que a contemporaneidade é construída através dos pilares frágeis da insegurança e do consumo. Sagan (1980), por sua vez, refere que o planeta Vênus é um lembrete ameaçador de que em um mundo parecido com a Terra as coisas podem dar errado. Para o cientista, não há garantia de que nosso planeta vá ser sempre hospitaleiro e que se manterá clemente com todos seus habitantes. A beleza da Terra tem sido esculpida pela mudança e nem sempre de forma suave.


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