A EVOLUÇÃO DO ACESSO À INTERNET NAS ESCOLAS BRASILEIRAS

Autores

  • João Pedro de Carvalho Silvello UNICRUZ
  • Solange Beatriz Billig Garces
  • Vânia Abreu de Oliveira
  • Claudia Maria Prudêncio de Mera

DOI:

https://doi.org/10.33053/revint.v8i1.362

Palavras-chave:

Internet, Educação, Infraestrutura

Resumo

Atualmente, o acesso a internet não pode ser considerado algo dispensável as instituições de ensino. Ela possibilita o acesso a um grande universo de informações e a conexão com as mais diversas partes do mundo. Ainda, se considerarmos que a geração de educandos de hoje, tem um contato muito maior com a rede e suas potencialidades, o acesso a ela se torna algo vital para o processo de ensino e aprendizagem. A internet no Brasil existe de maneira comercial desde 1995 e vem crescendo de maneira exponencial. No quesito educacional seu crescimento é avaliado através das pesquisas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Este trabalho leva em consideração os resultados obtidos pelos censos escolares de 2011 a 2019 em relação a porcentagem de escolas de ensino fundamental brasileiras com acesso a internet, considerando tanto rede pública quanto rede privada, tendo como objetivo compreender quais fatores externos afetam o processo de crescimento da internet nas duas redes. A partir  dos dados obtidos percebe-se que a rede privada tem uma tendência a uma estabilidade em sua infraestrutura, mas esta estabilidade é abalada quando a economia do país não vai bem, ao mesmo tempo, observou-se que por meio de estímulos governamentais a rede pública apresenta um rápido crescimento em sua infraestrutura, mas depende da manutenção do investimento  do governo para manter a mesma infraestrutura, e, portanto quando a economia sofre uma queda, esta infraestrutura sofreu uma grande perda.

Referências

ALVES DOS SANTOS JUNIOR, Orlando. Brasil: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016. Observatorio das Metropoles, 2015.

BARBOSA FILHO, Fernando de Holanda. A crise econômica de 2014/2017. Estudos avançados, São Paulo, v. 31, n. 89, p. 51-60, 2017.

FANTIN, Monica; RIVOLTELLA, Pier Cesare. Cultura digital e escola: pesquisa e formação de professores. São Paulo:Papirus, 2012.

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). Resumo Técnico do Censo Escolar, 2011. Brasília: MEC, 2012.

_______. Resumo Técnico do Censo Escolar, 2012. Brasília: MEC, 2013.

_______. Resumo Técnico do Censo Escolar, 2013. Brasília: MEC, 2012.

_______. Nota Estatística do Censo Escolar, 2014. Brasília: MEC, 2013.

_______. Nota Estatística do Censo Escolar, 2015. Brasília: MEC, 2014.

________. Nota Estatística do Censo Escolar, 2016. Brasília: MEC, 2015.

________. Resumo Técnico do Censo Escolar, 2017. Brasília: MEC, 2016.

________. Resumo Técnico do Censo Escolar, 2018. Brasília: MEC, 2017.

________. Resumo Técnico do Censo Escolar, 2019. Brasília: MEC, 2018.

IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2018. Disponível em: http://www.ibge.gov.br. Àcesso em 09/2020

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2018.

_________. Que é o Virtual? São Paulo: Editora 34, 2018.

MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. São Paulo: Papirus, 2012.

PRENSKY, Marc. Digital natives, digital immigrants. From On the Horizon, v. 9, n. 5, p. 1-6, 2001..

SACCOL, Amarolinda;SCHLEMMER, E. ; BARBOSA, J. M-learning e u-learning: novas perspectivas da aprendizagem móvel e ubíqua. São Paulo: Perarson, 2011.

Downloads

Publicado

2021-02-26

Como Citar

Silvello, J. P. de C., Billig Garces, S. B., Abreu de Oliveira, V., & Prudêncio de Mera, C. M. (2021). A EVOLUÇÃO DO ACESSO À INTERNET NAS ESCOLAS BRASILEIRAS. REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, 8(1), 298-309. https://doi.org/10.33053/revint.v8i1.362

Edição

Seção

Mostra de Pós-Graduação - Ciências Sociais e Humanidades